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Mostrando postagens com marcador Pragas virtuais. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 21 de junho de 2011
Usuários do Facebook são atacados por worm brasileiro

Os usuários do Facebook passaram a ser atacados por um worm brasileiro. De acordo com a informação da Kaspersky Lab divulgada nesta terça-feira (21/06), este é o primeiro worm do País para a rede social. Ele rouba credenciais de acesso do usuário e tenta se espalhar para contatos da vítima via chat.
Segundo a companhia, o que motivou os hackers a migrarem do Orkut para o Facebook foi o crescimento de adeptos no País. “A popularização da rede fará com que os ataques passem a ser concentrados no Facebook. Esse será o primeiro de muitos outros que virão”, prevê o analista de malware da Kaspersky Lab no Brasil e descobridor do novo worm, Fábio Assolini, em comunicado oficial enviado à imprensa.
O código é distribuído por meio de um ataque de drive-by-download, no qual uma página falsa é preparada para enganar e infectar o usuário com o download de um aplicativo malicioso.
Se o usuário executar o programa, a praga é instalada no computador e faz o download de outros arquivos maliciosos, entre eles trojans bancários e vírus que capturam as credenciais de acesso do usuário no Facebook, Twitter e Orkut. Para se disseminar, a aplicação envia, aos contatos da vítima, uma mensagem com o link de download no chat da própria rede.
Esta mesma mensagem pode, também, ser encaminhada para os perfis no Orkut, Twitter e ainda nos serviços de mensagem instantânea GTalk e MSN.
Segundo o analista da empresa, o alcance desta praga é baixa até o momento. “Registramos infecções de usuários no Brasil e em Portugal, mas o número de vítimas é pequeno porque reportamos o problema ao Facebook, que tem bloqueado o link”, afirma Assolini.
O worm é detectado e bloqueado pelos produtos da Kaspersky Lab como IM-Worm.Win32.FBook.a.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Brasileiros criam vírus inédito para roubar dados bancários

A empresa de segurança Kaspersky detectou nesta quinta-feira o primeiro vírus direcionado a infectar sistemas 64 bits, até então tidos como mais seguros que os de 32 bits. O malware foi encontrado em um ataque feito por cibercriminosos brasileiros inserido em um popular site do País. O vírus, segundo relatório divulgado nesta sexta-feira, se camufla usando avançadas técnicas de programação, dificultando a detecção pelo antivírus.
O principal objetivo do ataque é redirecionar os usuários a páginas falsas de bancos brasileiros. O malware cria um cadeado de segurança falso na barra de endereços do navegador, fazendo com que o usuário acredite que aquela conexão é segura, método que, segundo a Kaspersky, vem sendo usada por cibercriminosos brasileiros desde o ano passado.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Vírus no Facebook promete mostrar imagem do usuário no futuro
Esta semana, uma nova praga começou a se espalhar por entre os perfis do Facebook. O anúncio, semelhante aos enviados por aplicativos comuns da rede social, promete mostrar ao usuário uma imagem de como será sua aparência no futuro.
O site de origem do convite é identificado como “jvaging2.info”, e a mensagem acompanha a frase “esta tecnologia de ponto vai lhe mostrar exatamente como sua face ficará no futuro”. Ao clicar no link enviado, o usuário abre as portas para que o vírus se dissemine automaticamente por toda a sua rede de contatos.
Como forma de atrair a atenção das possíveis vítimas, o aplicativo também incluiu a frase “hahah, a minha é hilária!!! Confira a sua :)”, identificada como se fosse um comentário do usuário infectado. Todas as informações são exibidas em inglês, o que facilita a identificação daqueles contaminados.
Até o momento, a praga se limitou a simplesmente se reproduzir através do envio automático de mensagens. Porém, há a possibilidade de que ela comprometa dados pessoais do usuário, incluindo a senha de acesso utilizada.
O site de origem do convite é identificado como “jvaging2.info”, e a mensagem acompanha a frase “esta tecnologia de ponto vai lhe mostrar exatamente como sua face ficará no futuro”. Ao clicar no link enviado, o usuário abre as portas para que o vírus se dissemine automaticamente por toda a sua rede de contatos.
Como forma de atrair a atenção das possíveis vítimas, o aplicativo também incluiu a frase “hahah, a minha é hilária!!! Confira a sua :)”, identificada como se fosse um comentário do usuário infectado. Todas as informações são exibidas em inglês, o que facilita a identificação daqueles contaminados.
Até o momento, a praga se limitou a simplesmente se reproduzir através do envio automático de mensagens. Porém, há a possibilidade de que ela comprometa dados pessoais do usuário, incluindo a senha de acesso utilizada.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Criminosos usam morte de Osama e 'falha' no Safari para criar malwaere para MacOS X
Empresas de segurança estão alertando para duas novas ameaças para computadores Macintosh, da Apple, com o sistema MacOS X: o antivírus fraudulento “MAC Defender” e um kit para criação de pragas digitais. Os códigos maliciosos funcionam exatamente como os de Windows. O MAC Defender está sendo disseminado junto com os ataques à computadores Windows usando a morte de Osama bin Laden.
O antivírus fraudulento, descoberto pelas empresas de segurança Intego e Kaspersky, funciona exatamente como as pragas semelhantes para Windows. Ele afirma que o computador está infectado e que pode realizar uma limpeza, mas somente se o programa for comprado por, no mínimo, US$ 60. No entanto, o próprio “antivírus” é a praga e as detecções são falsas ou relacionadas a arquivos que ele mesmo criou no sistema.
O usuário pode ser infectado ao procurar imagens de Osama bin Laden em sites de busca. O líder terrorista foi morto neste domingo (1º) em uma operação do exército norte-americano. Usando uma função no Safari conhecida como “Open safe files after downloading”, o arquivo malicioso é capaz de se baixar e executar sozinho, embora ainda precise de permissão do usuário para se instalar. A função é conhecida por ter problemas de segurança desde 2006, mas não foi removida do navegador.
Um golpe semelhante para Mac foi encontrado em 2008, mas a interface gráfica do programa era diferente. O nome “Mac Defender” também é usado por uma empresa, que afirmou não ter nenhuma relação com a praga virtual.
Considerado livre de vírus durante muito tempo, a primeira praga virtual para MacOS X surgiu só em 2006. Em 2007, o primeiro vírus com intuito financeiro para a plataforma apareceu e foi batizado de RSPlug. Desde então, outras pragas digitais capazes de atacar computadores da Apple aparecem regularmente, embora em número incomparavelmente inferior ao de Windows.
O antivírus fraudulento, descoberto pelas empresas de segurança Intego e Kaspersky, funciona exatamente como as pragas semelhantes para Windows. Ele afirma que o computador está infectado e que pode realizar uma limpeza, mas somente se o programa for comprado por, no mínimo, US$ 60. No entanto, o próprio “antivírus” é a praga e as detecções são falsas ou relacionadas a arquivos que ele mesmo criou no sistema.
O usuário pode ser infectado ao procurar imagens de Osama bin Laden em sites de busca. O líder terrorista foi morto neste domingo (1º) em uma operação do exército norte-americano. Usando uma função no Safari conhecida como “Open safe files after downloading”, o arquivo malicioso é capaz de se baixar e executar sozinho, embora ainda precise de permissão do usuário para se instalar. A função é conhecida por ter problemas de segurança desde 2006, mas não foi removida do navegador.
Um golpe semelhante para Mac foi encontrado em 2008, mas a interface gráfica do programa era diferente. O nome “Mac Defender” também é usado por uma empresa, que afirmou não ter nenhuma relação com a praga virtual.
Mac Defender mostra alertas no computador do usuário (Foto: Reprodução/Intego)
Kit de criação de vírus
A empresa de segurança dinamarquesa CSIS anunciou a descoberta de um possível kit de criação de vírus para MacOS X chamado Weyland-Yutani. O kit consegue criar códigos maliciosos capazes de roubar senhas do Firefox; funções para o Safari devem ser lançadas “em breve”. Segundo a CSIS, os criminosos prometeram versões do mesmo kit para iPad e Linux. O kit estaria sendo vendido por US$ 1 mil.Considerado livre de vírus durante muito tempo, a primeira praga virtual para MacOS X surgiu só em 2006. Em 2007, o primeiro vírus com intuito financeiro para a plataforma apareceu e foi batizado de RSPlug. Desde então, outras pragas digitais capazes de atacar computadores da Apple aparecem regularmente, embora em número incomparavelmente inferior ao de Windows.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Formspring é 'central de comando' de novo vírus brasileiro
A rede social Formspring, que permite aos usuários criarem páginas para que outros internautas perguntem qualquer coisa, está sendo usada como centro de controle por vírus brasileiros programados para roubar senhas de banco. A descoberta é do analista de vírus Fabio Assolini, da Kaspersky Lab. Os comandos na página maliciosa do Formspring estão codificados e não causam nenhum dano ao internauta que vê o perfil – o objetivo é simplesmente servir de ponto de controle para o vírus. Para a maioria das pessoas, os comandos são incompreensíveis. “Quem vê o conteúdo no perfil malicioso não imagina o que pode ser e isso faz com que o perfil fique mais tempo online”, explica Assolini.
Os códigos deixados pelos criminosos nas páginas do Formspring são principalmente endereços dos quais o vírus deve baixar componentes adicionais – “módulos” que acrescentam funções ou modificam o comportamento da praga para mantê-la atualizada. Outra informação que pode ser enviada ao vírus pelo Formspring é o endereço do banco de dados para o qual o vírus deve enviar as informações bancárias coletadas.
Um contador que registra o número de pessoas infectadas pela praga também é acionado pelos comandos.
O analista da Kaspersky afirma que há vantagens para os criminosos usarem o Formspring: o serviço é gratuito, não cai com frequência e, como os comandos estão codificados, ficarão lá por bastante tempo. Mas o novo comportamento do vírus é reflexo de uma tendência. “Os criminosos digitais brasileiros estão percebendo que ter total controle sobre a praga e sobre a máquina da vítima por um longo tempo é mais lucrativo do que simplesmente infectar e roubar os dados apenas uma vez”.
Assolini ainda pensa que, no futuro, os vírus brasileiros também irão formar redes zumbis – uma prática mais comum em outros países da América Latina do que no Brasil.
Procurado pela reportagem, o Formspring ainda não informou se está ciente dos vírus que usam seu serviço como centro de controle. Vale observar, porém, que uso do serviço dessa forma pelos criminosos não torna o uso da rede social mais perigoso – é apenas uma facilidade para os programadores de vírus, que não precisam manter sua própria infraestrutura de controle.
Uso de redes sociais como centro de comando
Pragas brasileiras já usaram outras redes sociais como centro de comando. A prática foi registrada pela primeira vez em 2009 no Twitter, quando perfis maliciosos eram abastecidos com tuites codificados que traziam os comandos para o vírus.
Pragas brasileiras já usaram outras redes sociais como centro de comando. A prática foi registrada pela primeira vez em 2009 no Twitter, quando perfis maliciosos eram abastecidos com tuites codificados que traziam os comandos para o vírus.
Assim como o trojan que usa o Formspring, essa praga acessava o perfil no Twitter para buscar atualizações e instruções do seu criador.
Depois de decodificado, código se transforma em endereços de funções adicionais que o vírus deve baixar
Marcadores:
Formspring,
Pragas virtuais,
Redes Sociais
Hackers usam casamento real para espalhar mais de 500 sites com pragas virtuais
Onda de vírus e spams tenta divulgar produtos relacionados ao casamento
Hackers estão aproveitando o casamento entre o Príncipe William e Kate Middleton para espalhar pela web pragas virtuais que podem infectar o computador dos internautas. A cerimônia real britânica ocorre nesta sexta-feira (29).
Segundo a empresa Symantec, que fabrica o sistema de antivírus Norton, já foram identificados mais de 500 sites que trazem links com vírus e spam. De acordo com a empresa, a pesquisa "William e Kate imdb filme" retorna 61 links maliciosos nos cem primeiros resultados de pesquisa.
A onda de spams de emails publicitários tenta promover diversos produtos relacionados ao grande evento, desde anúncios de réplicas do anel de noivado, canecas e camisetas, até uma edição limitada de uma moeda comemorativa do casamento real.
Em outra pesquisa, 45 dos cem primeiros resultados para o termo de busca "real kanye lista de convidados do casamento” foram diagnosticados como sites mal intencionados.
A maioria dos links envenenados, diz a Symantec, leva o internauta para janelas de antivírus falsos que notificam erros e ameaças que precisam ser eliminados, possibilitando assim a contaminação do sistema.
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