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terça-feira, 25 de outubro de 2011
Google Music pode ser integrado ao Google+

O Google já prepara há algum tempo o lançamento de uma loja online para downloads de música que pode começar a funcionar em semanas. A novidade irá ampliar o Google Music Beta, armazenamento online de música e serviço de reprodução que a gigante de buscas começou a operar em maio, e será integrado ao Google+, a rede social da empresa.
O The Wall Street Journal afirmou que o serviço ainda permitirá às pessoas inscritas nas contas do Google Music e na rede social a recomendarem músicas em suas bibliotecas online aos seus contatos. As canções recomendadas ficarão disponíveis para serem ouvidas de graça – mas apenas uma vez.
A companhia não quis comentar se a informação sobre a novidade é verdadeira.
Ainda não está claro se alguma das quatro grandes empresas de música irá oferecer suas canções para venda, já que os acordos ainda são finalizados. De acordo com o The Wall Street Journal, a Sony Music Entertainment e a Warner Music Group não têm intenção de participar inicialmente.
O CEO da empresa, Larry Page, deixou claro durante o anúncio dos ganhos do terceiro trimestre do Google, que o Google+ será usado para adicionar recursos sociais em outros produtos e serviços da empresa.
A organização adiciona o recurso um ano depois do lançamento do Ping, da Apple – uma rede social conectada ao iTunes – e depois do Facebook integrar – no ano passado – vários serviços musicais (MOG, Spotify, Turntable.fm e Vevo) em sua rede social de 800 milhões de pessoas.
O compartilhamento revisado do Facebook possibilita que as músicas sejam compartilhadas e recomendadas para amigos.
Mas tornar públicas as que são ouvidas é problemático: a revolta de usuários quanto à exposição de seus hábitos musicais levou a Spotify a adicionar um “modo privado de reprodução”.
Ainda não podemos saber se a mistura de rede social e reprodução musical do Google trará problemas de privacidade. Mas essas preocupações ser menores diante da dúvida do apoio das empresas da indústria fonográfica aos seus esforços. O Google não paga pelo armazenamento e reprodução de músicas do usuário. Em contrapartida, a Apple cobra pelas canções armazenadas em seus servidores – se ela não é inicialmente comprada pelo iTunes – e compartilha a receita com as empresas musicais.
Tradução: Alba Milena, especial para o IT Web | Revisão: Thaís Sabatini
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Twitter abre espaço para propaganda política paga

Com o objetivo de gerar receita e um maior número de acessos, o Twitter passará a oferecer espaço para propaganda política, que poderá ser acessada pelos usuários da rede social.
O foco principal do microblog será principalmente as eleições americanas de 2012, que terão um custo superior a R$ 1,82 bilhão (US$ 1 bilhão).
A rede social contratou um ex-executivo de marketing do Google, especialista em publicidade política, para tentar captar o maior investimento possível, disse um dos executivos do Twitter, Adam Bain.
- Tivemos cinco anos para observar como as pessoas usam nossa plataforma e sabemos que os políticos são usuários ativos e que o público gosta de acompanhá-los.
Entre os primeiros clientes do twitter figuram cinco pré-candidatos republicanos. Embora Bain não tenha citado nomes, especula-se que um deles é o ex-governador de Massachusetts, Mitt Romney.
O Twitter informou que fará modificações no design dos anúncios para que eles não sejam confundidos com tweets comuns. As postagens aparecerão como resultado de buscas por determinada palavra, na lista dos temas mais comentados ou como sugestão a usuários que tenham interesses similares ao conteúdo das campanhas.
sábado, 10 de setembro de 2011
Empresa por trás do domínio .xxx bloqueia registros com nomes de celebridades e políticos

Milhares de celebridades e políticos tiveram seus nomes permanentemente banidos dos domínios para conteúdo adulto na internet com sufixo .xxx. Isso significa que ninguém será capaz de registrar sites com nome de artistas como beyonce.xxx ou ladygaga.xxx, afirma o ' The Guardian'.
Mais de quatro mil celebridades tiveram seus nomes bloqueados pelo ICM Registry - empresa que gerencia o registro dos novos domínio para sites pornográficos - na primeira fase de procura e validação da nova 'casa da luz vermelha' on-line.
A lista inclui ainda nomes famosos utilizados por menores de idade e nomes de cidades e políticos com cargos como presidente e primeiro-ministro, de acordo com Stuart Lawley, diretor-executivo da ICM Registry.
Lawley não confirmou se todos os parlamentares do Reino Unido ou Estados Unidos teriam seus nomes bloqueados e não informou qual foi o critério utilizado para a inclusão de nomes na lista proibitiva.
A empresa reservou 15 mil domínios 'triplo X' a pedido dos governos e de órgãos internacionais de proteção à criança a fim de garantir "uma abordagem mais responsável para conteúdo adulto na internet e oferecer sinalização clara ao usuário", no último 7 de setembro.
A primeira fase de registro inclui empresas do ramo de entretenimento adulto e donos de marcas registradas. A partir do dia 28 de outubro, o registro estará aberto a todos os interessados, com valores entre US$ 200 e US$ 300.
Cerca de 1.500 sites no domínio .xxx já foram registrados com 35 empresas do setor pornográfico. Alguns podem ir ao ar antes do lançamento oficial em 6 de dezembro, afirma a ICM.
Neste período de pré-inscrição, foram 900 mil pedidos e "expressões de interesse" por cerca de 650 mil nomes de sites.
- Esperamos vender 500 mil nomes para o novo domínio entre janeiro e fevereiro - disse Lawley.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Plano de Banda Larga deve atender 30 milhões de domicilios em 2014

O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) deverá ficar limitado ao atendimento de 30 milhões de domicílios em 2014. Esta é a percepção do técnico do Ipea, Rodrigo Abdalla Filgueiras de Sousa em seu estudo "Futuros desafios para o Programa Nacional de Banda Larga", divulgado nesta segunda-feira. Na sua visão, o governo ao elaborar o PNBL se preocupou com problemas de infraestrutura de rede, do alto preço cobrado pelas empresas e a "regulação ineficaz", mas não considerou alguns aspectos fundamentais, entre eles a disponibilização de equipamentos de acesso (computadores), a produção de conteúdo, e a capacitação dos usuários.
Rodrigo Abdalla disse que em 2010, apenas 20 milhões de domicílios tinham computador e que a densidade de computadores nas residências vem aumentando em torno de 4 pontos percentuais ao ano desde 2006. As pesquisas indicam, segundo ele, que as TVs e os celulares são os equipamentos de tecnologia da informação mais presentes nos domicílios das classes C, D e E.
"É bastante provável que, em 2014, apenas 45% da população do país tenha contato frequente com o computador, o que, certamente, trará impacto negativo para as metas do plano", afirma em seu estudo.
Ele considera que a política de desoneração de tributos e impostos para computadores pessoais é insuficiente para aumentar o número de usuários. "Novas formas de acesso - em especial o telefone móvel e o televisor - devem ser consideradas como opções", pondera.
A capacitação da população também parece avançar em ritmo mais lento que o desejado pelo PNBL, considera. Para isto, é necessário estimular a criação de novos cursos e a ampliação de vagas. Rodrigo Abdalla defende a participação do Sistema S neste trabalho de formação.
Outra preocupação é com o preço para as camadas de menor renda, para isso ele defende a criação de "modelos de negócios inovadores, condizentes com sua disponibilidade de renda". Segundo o especialista, "isto exige, por exemplo, a ampliação da oferta de planos pré-pagos e de preços fracionados para acesso à internet: em vez de planos mensais".
Uma forma possível é a adoção de "modelo semelhante ao da introdução das redes de telefonia móvel no Brasil: a criação de tarifa de interconexão de valor diferenciado, de forma a financiar a expansão da infraestrutura de banda larga por meio da transferência de recursos das redes já amortizadas".
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Operadoras devem entregar 60% da velocidade de internet

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou ontem a proposta que exige dos fornecedores de internet banda larga de rede fixa, que tenham mais de 50 mil clientes, a entrega aos usuários de pelo menos 60% da velocidade média contratada.
A regra, que ainda passará por consulta pública, também prevê a elevação da exigência para 70% em 12 meses e para 80% após outro ano. Atualmente, contratos estabelecem apenas mínimo de 10% da velocidade.
A proposta prevê ainda que o serviço não poderá ser interrompido por mais de 7 horas e 12 minutos por mês, no primeiro ano, e por mais de 3 horas e 36 minutos, após esse período.
Também haverá limite de reclamações mensais de até 2% do total de acessos ativos.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Governo quer mudar regras de acesso à internet, diz jornal

O Ministério das Comunicações quer que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), acabe com a contratação de provedor de acesso na banda larga. O provedor só existiria em conexões discadas. Segundo matéria da Folha de S. Paulo, que teve acesso a documentos elaborados pelo ministério e às correspondências enviadas ao presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, a recomendação foi dada na semana passada ao presidente da agência, e há a expectativa de que a proposta seja votada nesta quinta-feira pelo conselho diretor. A medida afetaria cerca de 6.500 provedores, que temem ser aniquilados pelas concessionárias, que hoje já detêm 83% do mercado.
A norma vigente proíbe as concessionárias de acumularem o papel de provedor de serviço de telecomunicações e de provedor de acesso. Com a alteração que está em pauta, o serviço de provedor passaria a ser considerado como de telecomunicações, sujeito a regulação do governo. A ideia é mudar a categoria dos serviços prestados pelo provedor. Hoje o provimento é serviço de valor adicionado, sobre o qual incide ISS (Imposto Sobre Serviços), que varia de 2,5% a 5%. Com a mudança, os provedores fariam serviço de telecomunicação, recolhendo ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), em média, de 25%.
domingo, 31 de julho de 2011
"Super Wi-Fi" alcançará até 100 km com velocidade de 22 Mbps

O Super Wi-Fi ficou mais próximo da realidade depois que o IEEE (Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos), organização sem fins lucrativos responsável por divulgar especificações sobre Wi-Fi, publicou o padrão IEEE 802.22.
Essa nova rede wireless promete velocidades de até 22 Mbps para dispositivos a uma distância de até 100 quilômetros do transmissor mais próximo. Essa nova banda "turbinada" chegará através de um pacote de frequências brancas, que eram usadas anteriormente para transmissão de sinais de televisão analógica.
Não há ainda informações a respeito de quando o Super Wi-Fi entrará em operação, nem sobre quais regiões dos EUA serão as primeiras a testá-lo. Houston é atualmente o único ponto de acesso para Wi-Fi de frequência branca, cortesia dos pesquisadores da Rice University.
A chegada dessa conexão poderosa tem ocorrido a passos lentos desde que a Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC, na sigla em inglês) aprovou o projeto, em setembro de 2010.
domingo, 17 de julho de 2011
Empresas pagam até R$ 15 mil por falhas de segurança reportadas

Um defeito ou uma “porta aberta” em qualquer sistema instalado em seu computador pode significar uma tragédia completa: perda irreparável de arquivos, senhas, além da destruição de boa parte de sua vida virtual. Mas apesar de esse “monstro” assustar, ele se tornou uma poderosa moeda de troca no mercado digital. As chamadas falhas de segurança são cada vez mais valorizadas e podem se transformar em uma “mina de ouro” para os mais espertos.
Uma falha de segurança é um defeito em um sistema, como um software, que pode impedir o funcionamento de um programa de computador ou de um serviço oferecido. Também conhecidas como vulnerabilidades ou “bugs”, as falhas são estratégicas para as empresas porque, se caem nas mãos de um cracker – hacker que atua de forma ilegal ou sem ética – ele poderá invadir esse sistema ou serviço e acessar dados e informações privadas. Por exemplo: se um banco usa um software que apresenta uma vulnerabilidade, um cracker pode usar essa brecha para entrar no sistema e roubar informações.
De acordo com José Antonio Milagre, advogado especialista em direito digital, 30% dos sites apresentam falhas de segurança.
As grandes empresas possuem equipes que buscam por essas falhas, mas boa parte delas é descoberta por hackers independentes, também chamados de pesquisadores de segurança. Mas, se até o início dos anos 2000, essas falhas eram publicadas em listas na internet ou repassadas diretamente para as empresas, atualmente um mercado gira em torno disso.
Segundo Filipe Balestra, gerente do Laboratório de Pesquisa de Segurança da Cipher, antigamente, quando se encontrava uma falha de segurança, o pesquisador informava o erro diretamente à fabricante do produto.
- A empresa corrigia a falha e, quando publicavam a correção, eles agradeciam quem tinha encontrado o erro e davam o crédito.
No entanto, diz Balestra, alguns pesquisadores começaram a reclamar que as empresas não os pagavam por isso.
- O ponto de vista deles era: "a gente faz um serviço que a equipe de testes deles deveria fazer, mas ninguém dá nada por isso".
De olho na insatisfação dos hackers independentes e no valor das vulnerabilidades no mercado, surgiram companhias intermediárias para fazer a ponte entre os pesquisadores e as fabricantes dos softwares. O mercado cresceu tanto que, atualmente, os próprios fabricantes já estão comprando as vulnerabilidades, assim como alguns governos. Se nenhum deles comprar, e dependendo de quem descobriu a falha, ela pode até parar no mercado negro.
Os caminhos das falhas de segurança
De acordo com Anchises de Paula, analista de inteligência da iDefense - empresa que compra as falhas diretamente com os hackers independentes -, o preço de uma vulnerabilidade depende de seu impacto no universo digital. Se o erro for de um programa usado mundialmente, como o Windows, por exemplo, a falha necessariamente vale mais.
- Eu pago mais para quem tem mais detalhes das falhas. E as mais fáceis de serem exploradas também valem mais. Pode chegar às vezes a US$ 10 mil (R$ 15,8 mil).
Um segundo caminho é informar o “bug” diretamente para a empresa. Segundo Anchises, alguns hackers continuam repassando as falhas diretamente sem pedir remuneração em troca. Nesse caso, as empresas correm atrás de uma correção para a falha e, quando divulgam esse reparo, informam também o crédito do pesquisador.
Todos os especialistas consultados pela reportagem afirmaram também que os governos já entraram nesse mercado. Mas, segundo Balestra, essa terceira opção ocorre sempre sob contrato de confidencialidade.
- Tem governos que estão montando equipes só para pesquisar falhas de segurança. Virou um comércio. Hoje, se você encontrar uma falha, ao invés de mandar direto para a empresa, você pode vender para o governo de um país.
E assim como todo mercado, esse é feito por “mocinhos” e “vilões”. Anchises explica que, dependendo da pessoa que descobriu a vulnerabilidade, ela pode até ser repassada para criminosos. É o chamado mercado underground. - Os compradores do mercado criminoso encontram as falhas em fóruns. Eles descobrem os pesquisadores e fazem uma abordagem. Eles chegam a pagar US$ 100 mil (R$ 158 mil) e usam para roubar internet banking, invadir serviços, etc.
De olho nesse crescimento – e preocupadas com as falhas de segurança que podem ser descobertas -, algumas fabricantes mundiais já estão abrindo as portas para os hackers independentes. É o caso do Google e do Mozilla, fabricante do navegador Firefox. Ambas criaram programas para receber as falhas e remunerar os pesquisadores que as encontram.
O Google paga entre R$ 790 e R$ 2.112 (US$ 500 e US$ 1.337) por falhas encontradas em seu navegador Google Chrome. Já o Mozilla tem um programa, chamado Mozilla Security Bug Bounty Program, que chega a pagar R$ 790 (US$ 500) por cada vulnerabilidade. De acordo com a empresa, essa política serve para “encorajar a pesquisa de segurança em seus produtos e para recompensar quem nos ajuda a criar o ambiente mais seguro da internet”.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
TIM oferecerá internet à R$ 35

Com um contrato inicial de 40 Mbps, firmado com a Telebrás, a TIM vai oferecer, a partir de setembro, acesso a internet nos moldes do Plano Nacional de Banda Larga – ou seja, conexões de 1Mbps por R$ 35. Esta capacidade inicial é para atendimento em quatro cidades – duas em Goiás, duas no Distrito Federal – mas a meta da operadora é ampliar o serviço a mil localidades até o fim do próximo ano.
Além das quatro primeiras cidades – Santo Antônio do Descoberto e Águas Lindas, em Goiás, e Samambaia e Recanto das Emas, no DF – outras oito, ainda não reveladas, devem fazer parte da primeira ampliação do contrato já firmado, pelo qual a Telebrás vende capacidade entre R$ 120 e R$ 200 o megabit.
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, destacou que esse acordo com a operadora integra o Plano Nacional de Banda Larga dentro da estratégia de garantir a oferta do acesso à Internet em regiões mais carentes como o Norte do Brasil.
Segundo o diretor de Marketing da TIM, Rogério Takayanagi, as mil cidades previstas até o fim de 2012 serão discutidas com a própria Telebrás e o Ministério das Comunicações, mas a empresa adianta que parte da lista vai contemplar municípios onde já existem obrigações de cobertura pelo leilão 3G. A rede da Telebrás, no entanto, deverá garantir maior capacidade às conexões.
Semelhante aos termos acordados entre o Minicom e as concessionárias, a oferta da TIM a R$ 35 também prevê um limite para download, ainda que sensivelmente superior àquele previsto para as conexões móveis conforme o Termo de Compromisso assinado entre as teles e o governo.
No caso da TIM, esse limite será de 500 MB – similar, portanto, ao que as concessionárias deverão oferecer nos acessos fixos. Quando os consumidores esgotarem esse limite, dentro do período mensal dos contratos, o acesso de 1Mbps será reduzido para 128 kbps.
A diferença mais significativa em relação ao acordo com as concessionárias, no entanto, é que o PNBL nos moldes da Telebrás já impõe uma garantia mínima de qualidade. No caso, a estatal exige o cumprimento dos critérios definidos pelo Inmetro e pelo Comitê Gestor da Internet (CGI).
O principal deles é a garantia de entrega de, pelo menos, 20% da velocidade contratada – o dobro dos 10% praticados atualmente pelo mercado. Além disso, a empresa deve aceitar a instalação de equipamentos de monitoramento de qualidade. Outro ponto é que, nos moldes da Telebrás, cada Mbps só pode ser compartilhado por até 20 clientes.
O presidente da Telebrás, Caio Bonilha, por sua vez, aproveitou a ocasião para afirmar que o acordo fechado com a TIM se dará nos mesmos moldes daquilo que vem sido oferecido aos provedores, sem nenhum tratamento diferenciado para a operadora.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Governo planeja internet de até 100Mbps por segundo em cidades sedes da Copa
O governo planeja levar internet de alta velocidade às 12 cidades-sede da Copa do Mundo de futebol que acontece em 2014 no Brasil.
Segundo o Ministério das Comunicações, a idéia é que as cidades recebam até 100 megabits por segundo de velocidade (Mbps) a partir de um investimento total de ao menos R$ 200 milhões.
A velocidade é 50 vezes maior do que a usada em domicílios pela maioria dos internautas brasileiros. Segundo a pesquisa TIC Domicílios 2010, 64% das conexões à internet nas casas do país têm velocidade até 2 megabits por segundo (Mbps).
As 12 cidades-sedes são: Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
O ministério diz que ainda não há cronograma para a implantação da internet ultrarrápida nessas cidades.
Segundo o Ministério das Comunicações, a idéia é que as cidades recebam até 100 megabits por segundo de velocidade (Mbps) a partir de um investimento total de ao menos R$ 200 milhões.
A velocidade é 50 vezes maior do que a usada em domicílios pela maioria dos internautas brasileiros. Segundo a pesquisa TIC Domicílios 2010, 64% das conexões à internet nas casas do país têm velocidade até 2 megabits por segundo (Mbps).
As 12 cidades-sedes são: Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
O ministério diz que ainda não há cronograma para a implantação da internet ultrarrápida nessas cidades.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Dilma fecha acordo com empresas de telefonia e promete internet de 1 mega à R$ 35

Depois de muita queda de braço, as empresas de telefonia assinarão amanhã um termo de compromisso para que os brasileiros tenham internet de 1 mega a R$ 35 no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse ao Estado que o documento será assinado à tarde pelas operadoras e será publicado em edição extra do Diário Oficial da União.
Para chegar a um consenso, a presidente Dilma Rousseff concordou em retirar do documento a obrigação de as empresas garantirem no mínimo 40% de velocidade contratada, mas exigiu da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a aprovação, até 31 de outubro, dos regulamentos que garantirão maiores velocidades aos usuários de telefonia fixa e móvel. "Ela abriu mão dessa exigência, mas deixou claro que vai pegar no pé na questão da qualidade. Tanto que a data para que a Anatel aprove e publique os regulamentos constará no decreto", afirmou Bernardo.
Conforme antecipou o portal estadao.com.br, a reunião entre governo e empresas foi interrompida na noite da última terça-feira, por determinação da presidente, para a inclusão de parâmetros de qualidade e velocidade da banda larga. Dilma queria que as operadoras assumissem a obrigação de garantir no mínimo 40% da velocidade contratada e 70% de velocidade média até 2014.
As empresas se surpreenderam com as metas de qualidade, que superam até os padrões internacionais e argumentaram que não teriam condições de avaliar o impacto financeiro nas propostas em um prazo tão exíguo. Mas só depois de o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, ter sido convocado e assumir o compromisso de acelerar a votação dos regulamentos de qualidade da banda larga, é que Dilma abriu mão dessa exigência.
Hoje, no caso da banda larga móvel, as operadoras só garantem 10% da velocidade contratada. Com as novas normas, esse porcentual subirá para o mínimo de 30% nos horários de pico e, posteriormente, para 50% nos de menor tráfego, segundo o ministro. Um ano depois, os porcentuais passarão para 50% e 70%, respectivamente.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Hackers tiram sites do governo do ar

O grupo de criminosos virtuais (hackers) Lulz Security, responsável por ataques recentes ao site da CIA e à rede PSN, da Sony, anunciou na madrugada desta quarta-feira (22) que seu 'braço brasileiro' foi o responsável por derrubar dois sites do governo federal do Brasil.
Durante a madrugada, os sites www.presidencia.gov.br e www.brasil.gov.br ficaram inacessíveis. Os hackers postaram em seu site a mensagem 'TANGO DOWN', publicada cada vez que eles invadem algum site, seguida dos dois endereços web.
- Nossa unidade no Brasil está fazendo progressos. Muito bem, irmãos do LulzSec Brasil!
Em torno das 3h30 da manhã, os sites - com dados da presidência e do governo federal - voltaram a funcionar normalmente.
O mesmo grupo também reivindicou os ataques feitos há algumas semanas contra a Sony e a Nintendo.
O grupo de hackers também assumiu os ataques feitos contra o Senado dos Estados Unidos e o canal de televisão público PBS. Em suas mensagens, pedem sugestões de novos sites para
LAN houses podem comprar Windows com desconto

A Microsoft anunciou nesta terça-feira (21) o lançamento no Brasil do Programa Microsoft Clube Digital, que tem como objetivo levar às LAN houses do país benefícios como financiamento de licenças do sistema operacional Windows com desconto.
Além de softwares com desconto, o programa vai oferecer acesso a um portal na internet em que donos e funcionários das LAN houses participantes tenham treinamento, suporte técnico e comercial, acesso a eventos e programas de licenciamento com custo reduzido para esse tipo de estabelecimento.
Osvaldo Barbosa de Oliveira, diretor geral de Consumo&Online da Microsoft Brasil diz que programas de relacionamento com LAN houses já existem há dois anos com sucesso em países da Ásia e Oriente Médio e devem trazer bons resultados no Brasil, o primeiro país da América Latina a usar o novo formato do Microsoft Clube Digital.
- O programa vai ajudar a LAN house com conteúdo que vai desde a alfabetização digital, com dicas de uso, até conteúdo mais avançado para quem quer se capacitar profissionalmente.
Para fazer parte do programa, a LAN house deve solicitar sua participação pela internet e ser membro do CDI LAN, empresa parceira da Microsoft no projeto. O dono da LAN house não paga nada para fazer parte do CDI LAN. Ele só precisa preencher um cadastro pela internet e aceitar um código de conduta.
Rodrigo Baggio, presidente do Conselho de Administração do CDI LAN lembrou que a maior parte das LAN houses brasileiras não são estabelecimentos legais, mas disse que a parceria com a Microsoft pode ajudar a reverter essa situação.
- O programa é uma maneira de estimular e ajudar a formalização desse tipo de estabelecimento.
As LAN houses que fizerem parte do programa poderão comprar a licença do sistema operacional Windows 7 Professional por dez parcelas de R$ 7,20 por computador. O pacote Office 2010 vai custar dez parcelas de R$ 3,80 por computador. Segundo o CDI LAN, o preço de mercado para o Office é de aproximadamente R$ 900.
O financiamento com desconto e taxas mais baratas no programa é oferecido pelo Itaú Microcrédito. No projeto, o banco vai oferecer por meio do portal, palestras online sobre educação financeira.
Dados da Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital revelam que há cerca de 180 mil LAN houses em todo o país. Elas respondem pelo acesso de 32 milhões de pessoas, 48% do total de brasileiros que se conectam à internet. Na área rural, o percentual chega a 58%.
As LAN houses são responsáveis pelo acesso de 64% dos desempregados do país; 66% dos usuários nas regiões Norte e Nordeste; 79% dos acessos nas classes D e E e 82% daqueles que recebem até um salário mínimo.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Órgão mundial libera uso de qualquer palavra para endereços de internet

“Comida.boa”, “aprenda.salsa”, “batom.cintilante”. Pessoas e empresas poderão registrar sites com quase qualquer endereço a partir do final do ano que vem, desde que tenham justificativa legítima para solicitar o domínio e se disponham a pagar preços salgados.
A Icann (organização que controla os nomes de domínio da internet) votou nesta segunda-feira (20) pela eliminação das regras que os restringem a sufixos como “.com” ou “.gov”, e pretende receber solicitações para nomes novos a partir de 12 de janeiro do ano que vem. As aprovações iniciais devem ocorrer no final de 2012.
Os endereços poderão utilizar quaisquer alfabetos (cirílico, kanji ou devaganari, por exemplo) para que as pessoas escrevam em russo, japonês e hindi. Dengate Thrush, presidente do Icann, diz que “essa é a maior mudança que já vimos na internet”.
– Estamos criando uma plataforma para a próxima geração de criatividade e inspiração.
A única oposição veio de um integrante do Icann que defendia mais tempo para as negociações sobre o assunto. Dengate Thrush diz que os novos nomes podem incomodar organizações sociais e religiosas, caso alguém resolvesse criar, por exemplo, o domínio “.nazi”.
Além disso, apesar do preço salgado de R$ 295 mil (US$ 185 mil) para a criação de um desses novos domínios possa dificultar a ação dos invasores virtuais de marcas, empresas com nomes conhecidos podem ter problemas se alguém criar endereços como “coca-cola.paris” ou “google.zambia”.
A Icann espera eliminar esses problemas por meio de um processo rigoroso de aprovação que demorará meses e também envolverá governos e outras agências.
De acordo com especialistas, as grandes empresas devem estar entre as primeiras a se registrar, o que pode resultar em nomes de domínio terminados por marcas como “.toyota”, “.apple” ou “.coca-cola”.
A decisão é vista como grande oportunidade para que as marcas tomem maior controle de sua presença online e encaminhem visitantes de forma mais direta a certas áreas de seus sites. A japonesa Canon, por exemplo, já anunciou que pretende solicitar os direitos para nomes de domínio com o sufixo” .canon”.
Além de pagar a taxa, pessoas ou organizações terão de apresentar justificativa legítima para solicitar um domínio. A Icann vai utilizar centenas de consultores, que avaliarão as solicitações de forma terceirizada. Kieren McCarthy, presidente-executivo da Nxt, uma empresa de San Francisco que lida com questões de política e governança da internet, diz que “essa é a próxima expansão da internet, o futuro da internet”.
– Creio que nossos filhos vão nos achar malucos porque falávamos tanto em “.com".
sábado, 18 de junho de 2011
Ministro das Comunicações promete maior facilidade ao uso da Banda Larga a partir do segundo semestre

A partir do segundo semestre, o brasileiro terá maior facilidade no acesso à internet banda larga, porém, se a demanda for grande poderá causar um "congestionamento". Mas é ai que entra o papel da Telebrás. A consideração foi feita pelo ministro das Comunicações Paulo Bernando. Ele defendeu ainda a participação de empresas privadas, em parceria com a estatal, para levar o serviço ao cliente final.
Discutindo o tema central do 2º Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas, a "democratização da comunicação", o ministro falou sobre os rumos do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e sobre a situação do marco regulatório da comunicação, herdado do governo Luiz Inácio Lula da Silva.
Bernardo ressaltou que a discussão do PNBL foi a partir do questionamento do que poderia ser feito com os cabos de fibra ótica da empresa estatal Telebrás, que foi reativada, e que isso poderia pôr em prática o plano que levaria internet os brasileiros. O ministro considerou que, desde o começo das discussões, a Telebrás sempre teve o papel de fazer a parte de atacado, ou seja, passando a venda da internet à casa do brasileiros para as empresas que, eventualmente, forem contratadas.
Bernardo rebateu críticas de que estaria "dando dinheiro para as teles" (empresas de telecomunicações). Segundo ele, a ideia central da Telebrás é apenas fornecer o tráfico de dados, descartando a possibilidade de deixar prover a internet banda larga em regime público.
"Não temos como opção colocar a internet em regime público. É muito menos conflitivo, e complicado outorgar isso às empresas e não temos todo esse orçamento para dizer: vamos fazer tudo", justificou o ministro.
A resposta é a entidades e movimentos de defesa do direito à comunicação que consideram o aumento de participação das empresas privadas um esvaziamento ou uma mudança de rumos do PNBL.
A meta inicial do plano é oferecer internet barata para cerca de 1.160 municípios hoje não atendidos pelas empresas a uma velocidade de 1GB a um custo de R$ 35 mensais. O objetivo é garantir o serviço nessas condições já no segundo semestre.
Marco regulatório
Paulo Bernardo também falou sobre a aprovação do novo marco regulatório das comunicações e lembrou da polêmica que o tema provoca. “No ano passado passamos por uma situação de muito conflito em relação a isso. Disseram até que queríamos controlar a mídia.” A maior parte das críticas tiveram como alvo o então ministro da Secretaria de Comunicação Social, Franklin Martinn. Desde o início da gestão de Dilma Rousseff, o tema mudou de pasta.O ministro colocou, como pontos mais importantes para uma nova legislação do setor, a criação de um conselho nacional de comunicação, além de o fim do monopólios e oligopólios de empresas de comunicação e a veiculação de conteúdos nacionais e locais na televisão e no rádio.
Bernando enfatizou que uma das principais metas é no tratamento e na relação com as rádios comunitárias, que, historicamente, sempre criticaram os ministros que estiveram à frente da pasta das comunicações pela inversão nos valores dados às rádios comunitárias em relação às rádios de grandes empresas midiáticas.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Número de TVs conectadas à internet vai superar o número de pessoas até 2015

O número de televisores conectados à internet superará o de pessoas no mundo em 2015, segundo as previsões do diretor da "Future Casting & Experience Research" da Intel, o pesquisador Brian David Johnson.
O analista, pioneiro no desenvolvimento de inteligência artificial e robótica, calcula que em quatro anos existirão cerca de 15 bilhões de aparelhos de televisão com conexão à rede.
Além disso, afirmou que o número de horas de conteúdos disponíveis será de 500 bilhões, afirmou por videoconferência durante as jornadas da AEDETI (Associação Espanhola de Empresas de Televisão Interativa).
Na opinião de Johnson, a televisão dos próximos anos continuará sendo "o centro da vida nos lares", mas "será muito mais informativa" e antes de tudo social, para favorecer a conexão com familiares e amigos.
Também seguirá sendo a companheira fiel do ser humano, e será complementada com "a inteligência do computador" para que a tela ajude o telespectador a escolher o que realmente o interessa.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
O que se deve considerar ao escolher um data center
Na hora de escolher um data center, existem vários itens que devem ser levados em conta. Evidentemente, se considera essencialmente performance e segurança. Em termos de segurança da informação, por exemplo, os compradores de um data center devem estar muito atentos à questão de contratos.
A dica é de Alexandre Kazuki, diretor de marketing de Enterprise Servers, Storage and Network (ESSN) da HP. Segundo Kazuki, sempre deve ser feito um contrato que garanta o nível de segurança de uma rede. É o chamado Service Level Agreement (SLE). "Um contrato desse tipo garante o nível de segurança que o cliente necessita", afirmou Kazuki.
Na área de segurança é onde também os custos mais variam. A demanda é o fator, como usual em cloud computing, de maior relevância nesse caso. "É muito variável. Tem que ser feita uma avaliação detalhada. Tudo depende do quanto se precisa. Especialmente o nível de privacidade de uma companhia. Às vezes, a solução é um novo contêiner", explicou o diretor da HP.
Já para o vice-presidente de aplicações em coud computing da Appistry, Sultan Meghji, o local onde fica o centro também pesa. Países com hostings baratos, por exemplo, podem compensar em preços, mas não em maior segurança de dados. "Eu só usaria um data center na Índia para certos dados, apesar de amar os preços lá. Dados financeiros raramente são hospedados na Índia", disse Meghji. Ele também relativiza a segurança de dados que são criptografados. "Se alguém souber descriptografar nas instalações isso não funciona. A criptografia também precisa ser em flight (antes de ser processada, já no endereço)", relatou.
Performance
A performance é baseada em três coisas: largura da banda, potência de energia e automação, segundo Meghji. O especialista, que tem mais de 20 anos de experiência em desenvolvimento de plataforma para grandes empresas, diz que atualmente a performance pode ser melhorada por conta da potência que se pode conseguir. "Há cinco anos a potência era 20 amperes/cremalheira. Isso era uma regra de ouro para um bom desempenho. Agora o padrão é de 40 a 60. O melhor é de 60", revelou o expert.
Sobre a questão de banda, Meghji disse que a banda deve ser adequada às necessidades. "O melhor, no entanto, é ter uma banda que carregue bem dados de interatividade da internet moderna como vídeos e áudio", avaliou.
O terceiro item para a performance é a automação. O ponto crucial neste item é a automação. O cliente quanto a este item não tem muito o que fazer quando a plataforma é terceirizada. Tudo deve funcionar realmente sozinho sem que o cliente perceba, mas a manutenção deve ser feita semanalmente.
"Os serviços funcionam 24 horas por dia, 365 dias por ano automaticamente. Se os administradores (de data centers) substituírem o hardware ruim toda a quinta-feira, o cliente não sentirá nenhum problema", declarou.
Custo em geral
Apesar de ser muito difícil falar em valores exatos em termos de cloud computing em geral, é possível, porém, fazer estimativas de percentuais de custo. Os especialistas consultados pelo Terra apontam que cerca de 50% do custo total de um data center seja somente com o imóvel das instalações.
Outros 15% do custo se justificam com a aquisição dos equipamentos se a estrutura for usada em longo prazo. O restante do custo se divide entre gerenciamento e energia elétrica, que varia muito com a potência dos equipamentos. O aumento da eficiência do consumo de energia nos próximos anos, portanto, é crucial para diminuição do custo.
Segundo Meghji, o preço médio é de US$ 5 mil/m2 de instalações de data center, mas se for um centro simples. "Para uma instalação complexxa são dezenas de milhões de dólares antes de ver um dólar de receita de volta", resumiu.
Para a pequena empresa e média empresa, é geralmente considerado muito oneroso ter o próprio data center. A solução está na terceirização, apesar dos riscos de privacidade da nuvem pública. A especialização da empresa no serviço que oferece é a maior vantagem. "Se o seu negócio não é e-mail, então contrate uma hospedagem de e-mail. Busque sua vantagem e opere o resto da forma mais barata e competitiva", aconselha Meghji.
A dica é de Alexandre Kazuki, diretor de marketing de Enterprise Servers, Storage and Network (ESSN) da HP. Segundo Kazuki, sempre deve ser feito um contrato que garanta o nível de segurança de uma rede. É o chamado Service Level Agreement (SLE). "Um contrato desse tipo garante o nível de segurança que o cliente necessita", afirmou Kazuki.
Na área de segurança é onde também os custos mais variam. A demanda é o fator, como usual em cloud computing, de maior relevância nesse caso. "É muito variável. Tem que ser feita uma avaliação detalhada. Tudo depende do quanto se precisa. Especialmente o nível de privacidade de uma companhia. Às vezes, a solução é um novo contêiner", explicou o diretor da HP.
Já para o vice-presidente de aplicações em coud computing da Appistry, Sultan Meghji, o local onde fica o centro também pesa. Países com hostings baratos, por exemplo, podem compensar em preços, mas não em maior segurança de dados. "Eu só usaria um data center na Índia para certos dados, apesar de amar os preços lá. Dados financeiros raramente são hospedados na Índia", disse Meghji. Ele também relativiza a segurança de dados que são criptografados. "Se alguém souber descriptografar nas instalações isso não funciona. A criptografia também precisa ser em flight (antes de ser processada, já no endereço)", relatou.
Performance
A performance é baseada em três coisas: largura da banda, potência de energia e automação, segundo Meghji. O especialista, que tem mais de 20 anos de experiência em desenvolvimento de plataforma para grandes empresas, diz que atualmente a performance pode ser melhorada por conta da potência que se pode conseguir. "Há cinco anos a potência era 20 amperes/cremalheira. Isso era uma regra de ouro para um bom desempenho. Agora o padrão é de 40 a 60. O melhor é de 60", revelou o expert.
Sobre a questão de banda, Meghji disse que a banda deve ser adequada às necessidades. "O melhor, no entanto, é ter uma banda que carregue bem dados de interatividade da internet moderna como vídeos e áudio", avaliou.
O terceiro item para a performance é a automação. O ponto crucial neste item é a automação. O cliente quanto a este item não tem muito o que fazer quando a plataforma é terceirizada. Tudo deve funcionar realmente sozinho sem que o cliente perceba, mas a manutenção deve ser feita semanalmente.
"Os serviços funcionam 24 horas por dia, 365 dias por ano automaticamente. Se os administradores (de data centers) substituírem o hardware ruim toda a quinta-feira, o cliente não sentirá nenhum problema", declarou.
Custo em geral
Apesar de ser muito difícil falar em valores exatos em termos de cloud computing em geral, é possível, porém, fazer estimativas de percentuais de custo. Os especialistas consultados pelo Terra apontam que cerca de 50% do custo total de um data center seja somente com o imóvel das instalações.
Outros 15% do custo se justificam com a aquisição dos equipamentos se a estrutura for usada em longo prazo. O restante do custo se divide entre gerenciamento e energia elétrica, que varia muito com a potência dos equipamentos. O aumento da eficiência do consumo de energia nos próximos anos, portanto, é crucial para diminuição do custo.
Segundo Meghji, o preço médio é de US$ 5 mil/m2 de instalações de data center, mas se for um centro simples. "Para uma instalação complexxa são dezenas de milhões de dólares antes de ver um dólar de receita de volta", resumiu.
Para a pequena empresa e média empresa, é geralmente considerado muito oneroso ter o próprio data center. A solução está na terceirização, apesar dos riscos de privacidade da nuvem pública. A especialização da empresa no serviço que oferece é a maior vantagem. "Se o seu negócio não é e-mail, então contrate uma hospedagem de e-mail. Busque sua vantagem e opere o resto da forma mais barata e competitiva", aconselha Meghji.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Japoneses testaram rede de 100 terabit por segundo
Dois grupos demonstraram os resultados de testes com conexão de 100 terabits por segundo.

Quando se toma um minuto para tentar calcular o que uma velocidade como essa representa, o máximo que vem à mente é que não há qualquer dispositivo no mercado atual capaz de manter tal número. A conexão testada pela NEC Laboratories conseguiu atingir a marca de 101.7 Tbps. Por meio da fibra ótica, eles emitiram ondas de energia que foram capazes de cobrir uma distância de 165 km, mantendo a velocidade de conexão citada.
Além disso, foi necessário apenas um fio padrão (“single-mode”) para a proeza. Já a Sumitomo Electric Industries conseguiu alcançar até 109 Tbps utilizando uma fibra especial que conta com um espectro de sete setores (“seven-core fiber”) para tal. A equipe de testes conseguiu manter essa velocidade por uma distância de 16,8 km de fibra ótica.
Certamente, se esses métodos vierem a ser implementados, em breve passaremos a ter uma conexão muito além do que é possível mensurar, quando comparada com a velocidade dos dispositivos atuais.
GVT pode lançar internet de 35 Mbps
A proposta da empresa é cobrar menos de 100 reais pelo pacote. TV a cabo também estaria nos planos da GVT.
O vice-presidente de estratégia e desenvolvimento da Vivendi (empresa responsável pelo controle da operadora GVT) divulgou que dentro de 12 meses estarão disponíveis os primeiros pacotes de conexão à internet com velocidades de 35 Mbps. A intenção da GVT é popularizar as velocidades mais altas e, com a tecnologia empregada, viabilizar pacotes mais potentes, como o de 50 Mbps.
Estima-se que os preços cobrados pelo pacote 35 Mbps sejam inferiores a 100 reais no período de um ano. Pelo menos é o que promete Régis Turrini (o executivo da GVT, anteriormente mencionado), que afirma que a GVT espera multiplicar o número de clientes nos próximos anos. A GVT pretende acompanhar o crescente número de usuários de internet banda larga.
Por fim, também foi anunciado o novo logotipo da empresa (que inaugura esta notícia), que agora passa a contar com um sorriso. Segundo o vice-presidente de marketing da GVT, trata-se de uma alusão à satisfação dos clientes em relação aos serviços oferecidos pela operadora.

Estima-se que os preços cobrados pelo pacote 35 Mbps sejam inferiores a 100 reais no período de um ano. Pelo menos é o que promete Régis Turrini (o executivo da GVT, anteriormente mencionado), que afirma que a GVT espera multiplicar o número de clientes nos próximos anos. A GVT pretende acompanhar o crescente número de usuários de internet banda larga.
Novos serviço e logotipo
Ao mesmo tempo em que anuncia os novos pacotes de internet banda larga, a GVT também parece estar prestes a lançar um novo serviço para os seus clientes. Assim como fez a Oi, a GVT pode passar a oferecer o serviço de televisão por assinatura, passando a concorrer diretamente com a Oi e com a Net no amplo mercado das telecomunicações.Por fim, também foi anunciado o novo logotipo da empresa (que inaugura esta notícia), que agora passa a contar com um sorriso. Segundo o vice-presidente de marketing da GVT, trata-se de uma alusão à satisfação dos clientes em relação aos serviços oferecidos pela operadora.
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