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Mostrando postagens com marcador Tecnologia Militar. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

EUA criam smartphone para operações secretas



O líder do projeto, Troy Lange está desenvolvendo um software especial que transforma um smartphone em uma ferramenta com acesso a dados ultrasecreto da agência de segurança. O objetivo é que todos os funcionários do Departamento de Defesa e das agências de inteligência tenha um.

- Pense nos recursos que estariam em mãos do combatente quando cada um deles tem um dispositivo móvel com a qual eles poderiam se comunicar de volta com a sua base geral.

Ele explica que apesar de suas habilidades para proteger redes de computadores americanos e espionar as comunicações eletrônicas, a agência ainda está “na idade das cavernas” quando o assunto é comunicação.
Isso porque para acessar e-mails, ou documentos, os oficiais ainda têm que acessar os desktops da agência, pois não são autorizados nem mesmo a usar um laptop em seus edifícios.

E como os telefones são muito fácil de serem “hackeados”, faz com que funcionários do governo e alguns tipos de empresas privadas deixem os gadgets de lado quando viajam para certos países, como a China, explica.

Como alternativa, o governo tem sua própria rede de segurança de telefones celulares que se conectam a um protocolo secreto, mas de capacidade limitada. Por isso, segundo Lange, “seria melhor dar-lhes smartphones modernos com capacidade de armazenar conteúdos secretos”.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Governo americano pesquisa nova arma de guerra que controla força da natureza





Um polêmico projeto militar dos Estados Unidos está pesquisando o funcionamento de ondas de rádio na atmosfera. Para muitos críticos, no entanto, esses estudos secretos podem levar ao desenvolvimento de novas armas de guerra.

O HAARP (Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência) começou a funcionar em 1993, no Alasca, com o objetivo oficial de entender as transmissões de ondas na ionosfera, uma das faixas da atmosfera.
Segundo o governo americano, as pesquisas poderiam mudar o funcionamento das comunicações e os sistemas de vigilância. Analistas, no entanto, temem que a tecnologia poderia se transformar em uma nova arma de guerra, capaz de controlar o clima e produzir desastres naturais.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Perito brasileiro usa software que detecta mentiras analisando expressões faciais






A mentira tem pernas curtas, diz o ditado. E, na era da tecnologia, elas são mais curtas ainda. Wanderson Castilho, perito forense em tecnologias digitais e diretor da empresa E-Net Security, em Curitiba, é no Brasil o equivalente ao dr. Cal Lightman (veja quadro), personagem do ator Tim Roth na série "Lie to me", capaz de perceber na hora que alguém está mentindo e desmascará-lo. Treinado nessa seara no Instituto para Treinamento de Análises Comportamentais (BATI, na sigla em inglês), nos EUA - por onde costumam passar agentes do FBI e da CIA -, Castilho tem também um forte aliado no software FaceReader, da desenvolvedora holandesa Noldus.

- A mentira é inerente à humanidade. O ser humano mente, em média, três vezes a cada 10 minutos. E está incluída aí a mentira social, por exemplo quando respondemos "tudo bem" mesmo quando estamos cheios de problemas - afirma Castilho. - A questão é que, quando você mente, seu cérebro percebe e não aceita essa negação da verdade: ele instintivamente reage com impulsos, e isso se traduz de várias maneiras - a pessoa pisca ou desvia os olhos, morde os lábios, mexe no nariz ou na orelha. São sinais enviados pelo cérebro para mostrar que ele "discorda" do que você está verbalizando.

É justamente sobre tais gestos que o programa FaceReader trabalha. Analisando a filmagem de um interrogatório ou entrevista em que o investigado está de frente para uma câmera, ele coleta com alto grau de precisão os gestos e expressões faciais da pessoa.

- Charles Darwin determinou que essas expressões que denunciam nossas emoções são universais, independente de raça, cor ou credo. Claro que há reações culturais: a mesma piada que me faz rir pode desagradar a outra pessoa, mas as expressões instintivas básicas são a mesmas para todo mundo. E essa é a premissa do FaceReader - diz Castilho.

A verdade está nessas microexpressões faciais que duram décimos de segundo, como no seriado "Lie to me". São elas que denunciam o que realmente está se passando na mente da pessoa e abrem o caminho para a verdade. Como são muito rápidas, nem sempre o olho humano consegue acompanhar, mas o software de varredura acompanha e cria uma base de dados em cima das contradições entre o discurso do interrogado e suas microexpressões. Assim, é possível avaliar se ele está mentindo ou não. Exemplo: se a pessoa diz que gosta de alguém e suas microexpressões indicam satisfação, prazer, alegria em 80% das vezes, é grande a probabilidade de estar dizendo a verdade. Mas, se esses mesmos 80% de microexpressões indicam nojo, incômodo ou desgosto, a mentira é o caminho mais plausível.

De acordo com o perito, que diz ter mais de 700 casos resolvidos desde 1999, a detecção das mentiras não se refere só a crimes, mas também fraudes em empresas e entrevistas de emprego.

sábado, 6 de agosto de 2011

Aplicativo para iPhone lançado pelo FBI permite encontrar crianças desaparecidas



As potencialidades dos smartphones continuam a ser exploradas para cada vez mais fins. Hoje, foi o FBI a anunciar a disponibilização de uma aplicação gratuita para o iPhone que permite ajudar na recuperação de crianças desaparecidas. Basta a qualquer cidadão americano ir à AppStore e fazer download do programa.

De acordo com a agência criminal americana, o Child Id permite aos pais guardarem dados vitais sobre os filhos, tais como determinadas características psicológicas ou fotos. Assim, no momento de aflição, a aplicação permite ter toda a informação útil na palma de mão e, partilhá-la rapidamente com as autoridades através de telefone ou e-mail.

Ajudar a localizar, mas também a prevenir

Outra função da aplicação é providenciar dicas sobre a melhor forma de evitar colocar os filhos em risco. Inclui, igualmente, conselhos práticos sobre como agir nas primeiras horas que se seguem ao possível desaparecimento, de forma a que a criança tenha mais hipóteses de reaparecer sã e salva.

A aplicação faz parte do National Child Identification Program (Programa Nacional de Identificação de Crianças - NCIP), um programa do FBI com vista a ajudar os pais a lidar de forma mais eficaz com o flagelo do desaparecimento infantil. Assim sendo, para publicitar a aplicação a NCIP vai disponibilizar aos interessados um kit que permite salvaguardar dados biométricos dos filhos no caso de rapto.

Por enquanto, só disponível para iPhone, a Child Id marca a entrada da agência criminal americana no combate ao rapto infantil no mundo das aplicações para smartphones e insere-se num movimento que está a ganhar força no âmbito do dispositivo governamental americana.

As capacidades de rápida partilha e interatividade com os cidadãos têm sido aproveitadas por diversas agências para conferir maior eficácia à sua atividade. Por isso, as Finanças , a Casa Branca , o Departamento dos Assuntos dos Veteranos e o Exército são algumas das entidades que já têm vindo a usar os novos meios eletrónicos.



quinta-feira, 16 de junho de 2011

Exército americano estaria investindo em capacete telepático

Guerras nem sempre são resolvidas em meio a tiroteios e bombardeios ensurdecedores. Há momentos em que a estratégia é a principal arma dos combatentes, que precisam invadir bases ou territórios inimigos sem serem notados. Nesses casos, a linguagem de sinais é o modo mais eficaz de comunicação. Mas o que seria ainda melhor? Só telepatia.
Pois o exército americano está investindo cerca de 6 milhões de dólares para o departamento de biomedicina de Gerwin Schalk. O médico está pesquisando formas de criar dispositivos capazes de ler a mente de quem o está utilizando e em seguida repassar os sinais para o decodificador que estiver com a outra pessoa.
Esses emissores e receptores poderão ser instalados nos capacetes dos soldados, fazendo com que os combatentes possam se comunicar sem precisar emitir sons. Ou seja, é a “telepatia” produzida pela tecnologia militar.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Mochila militar possibilita que soldados enxerguem inimigos através de paredes

Desde sempre, o segmento militar é um dos que mais produz tecnologias, não somente para fins de confronto, mas também para conforto e otimização das tropas. Algumas acabam sendo incorporadas, imediatamente ou não, à vida e rotina civis. Uma novidade nesse ramo é a chegada de uma mochila capaz de “enxergar” através de paredes, a Prism 200c.
Prism 200c, um radar de mochila que consegue enxergar através de paredes  (Foto: Divulgação) 
Prism 200c, um radar de mochila que consegue enxergar através de paredes

Minha primeira reação, tratando-se de uma ferramenta de guerra que possibilita localizar o inimigo em diferentes cômodos foi: “Conseguiram trazer o famoso cheat de Counter Strike à realidade”. E, de certa forma, é o que ela faz.

Desenvolvida pela Cambridge Consultants, esse detector-mochila foi concebido para uso em missões de alto risco, em que rapidez e margem de erros nula devem ser prioridade. Em termos de tecnologia, ela não é tão nova como se pensaria, já que há modelos equivalentes no mercado desde 2006. Seu diferencial, contudo, reside em sua portabilidade e viabilidade no uso pessoal, facilitando bastante a ação dos soldados e gerando resultados mais satisfatórios.

Seu modo de operação é, de certa forma, simples: basta colocar as costas da mochila contra uma parede, construída em madeira, tijolos ou pedra, e receber os dados, em formato 3D, por meio de um handheld - um visualizador manual. As informação captadas são então compiladas e fornecidas via Ultra-wideband, que além de oferecer velocidade de transmissão, ainda possui baixo grau de detecção e interceptação de sinal.

ertamente, de olho em otimizar e ampliar o leque de intervenções em missões, a Cambridge Consultants informou que lançará um detector equivalente à Prism 200c, mas com tecnologia capaz de detectar objetos inanimados. O “Sprint” possibilitará encontrar a localização de explosivos, contrabandos e demais estruturas necessárias ao sucesso da missão. Os trunfos do Sprint serão seu tamanho e tecnologia. Com o formato de uma folha de papel e uso de pulsos curtos de energia na detecção, esse novo detector caberá perfeitamente, não só dentro da Prism 200c, mas em inúmeras tarefas, e fornecerá imagens em alta resolução do ambiente.

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