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Mostrando postagens com marcador Robô. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Robô personal trainer ajuda usuário a perder peso





Dá pra imaginar que um robô com essa cara tão fofinha pode se tornar um terrível personal trainer que não deixa você escapar nem um pouquinho da sua dieta? Pois é, a Autom irá ajudar os usuários a perder peso de forma saudável.

O robô de 38 centímetros fala com você (em uma voz feminina, por isso é a Autom) e ainda tem uma tela de LCD touchscreen na qual os usuários podem marcar as calorias consumidas diariamente e ainda os exercícios que foram praticados.

O mais interessante é que o robô responde o usuário com frases de encorajamento e até conselhos dessa forma, ninguém fica desmotivado para seguir com a dieta.

O desenvolvedor da Autom, Cory Kidd, afirmou para o CNET que muitas pessoas que fazem dieta tentaram diversos aplicativos móveis e sites na internet para tentar perder peso, mas ele acredita que existe uma grande diferença psicológica em usar um aplicativo e usar uma máquina que tem cabeça, olhos e um corpo.

Segundo o Engadget, os usuários não devem se enganar com esses adoráveis olhos azuis, pois eles estarão sempre alerta e farão você se sentir muito culpado se comer um pedacinho a mais de chocolate.

O valor para ter a Autom em casa gira em torno de US$ 959, um pouco salgado.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Criador do Java desenvolverá robôs submarinos de grande profundidade





James Gosling, o criador do Java, foi contratado pela Liquid Robotics, uma desenvolvedora de equipamentos robóticos submarinos.

Segundo informações do site americano Ventura Beat, Gosling, que é mundialmente conhecido como o homem por trás da linguagem de programação conhecida como Java, criada em 1994. será o chefe de arquitetura de software da empresa.

Bill Vass, diretor-executivo da Liquid Robotics, é o responsável pela contratação de Gosling, que passou por diversas empresas, entre elas a Sun, onde esteve envolvido de 1984 até o ano passado.

Em março desse ano, Gosling juntou-se ao time da Google, local de onde saiu após receber a oferta de emprego da Liquid Robotics.

A Liquid Robotics projeta veículos marítimos totalmente autômatos capazes de submergir até profundas localidades.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Foxconn substituirá trabalhadores por 1 milhão de robôs





A chinesa Foxconn, conhecida como fabricante de toda a linha Apple, o que inclui iPads, iPhones e Macs, tem enfrentado sérias críticas após funcionários da companhia cometerem suicídio. Algumas fábricas, cujo número de trabalhadores supera os 250.000, mantém longas rotinas ininterruptas, o que, segundo analistas, tem causado depressão entre os operários. Para lidar com o problema, Terry Gou, presidente da companhia, pretende substituir mão de obra humana por robôs na realização de tarefas repetitivas na linha de montagem.

Atualmente, a Foxconn já mantém em seu quadro 10.000 robôs, os "Shenzhen No. 1", que se assemelham a braços mecânicos simples. O objetivo da empresa é adquirir outros 300.000 até o final de 2011. A meta da empresa, contudo, é chegar a um milhão de robôs nos próximos anos. A companhia chinesa conta atualmente com mais de 1,2 milhões de funcionários.

"Há muitas atividades simples e repetitivas na linha de produção que podem ser realizadas por robôs", disse uma fonte da Foxconn ao jornal britânico Daily. "Esse tipo de trabalho manual era realizado por funcionários, mas os robôs o executam de forma mais eficiente e controlada", adicionou.

De acordo com um ex-gerente da Foxconn, no entanto, a intenção não é substituir integralmente toda a mão de obra humana. "Você não pode produzir um celular somente com robôs", ressalta o executivo, afirmando que as máquinas ainda não são capazes de realizar trabalhos que exijam precisão.

Para alguns analistas, o aumento de salário no sul da China é o principal motivo para a mecanização da linha de produção. Algumas fábricas têm relatado aumentos salariais que variam de 30% a 40%, o que diminui substancialmente o lucro dessas empresas.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Mais lento que lesma, robô em Marte anda 30 km em 7 anos





Um ônibus espacial viaja a 28 mil km/h; um avião supersônico dá uma volta na Terra em 32 horas; uma Ferrari pode passar dos 300 km/h; e o Opportunity, robô que está explorando Marte, caminhou 32,5 km ao longo dos últimos sete anos. Em uma competição de velocidade, o pequeno robô "andarilho" da Nasa envergonharia até uma lesma (há registros de lesmas que se arrastam a 9 m/h). Feita a ressalva de que o Opportunity passa longos períodos estacionado, a velocidade média do robô tem sido de 0,4 m/h. Mas para sorte da agência espacial americana, a boa fama do robô depende mais de suas descobertas científicas no planeta vermelho do que de sua quilometragem.

O Opportunity foi levado a Marte em janeiro de 2004, três semanas depois de seu irmão gêmeo Spirit. Os dois robôs tinham missões de apenas 90 dias, com o objetivo de encontrar vestígios de água no planeta vizinho. Mas cumpridos o prazo e a missão - eles acharam prova de que já houve mares salgados no planeta em tempos passados - os pequenos robôs seguiram funcionando, e a Nasa passou a criar novas missões para seus "andarilhos". O Spirit foi declarado "morto" em maio deste ano, mas o Opportunity continua sua aventura até hoje.

Vida longa sem aposentadoria
É comum que os robôs enviados ao espaço trabalhem por mais tempo do que o inicialmente previsto. Como disse o gerente do projeto de "andarilhos" em Marte da Nasa, John Callas, a agência tem como regra tirar o máximo de cada robô e nunca deixar capacidades inutilizadas. O robô Phoenix - que ao contrário de seus sucessores "andarilhos" não era capaz de se movimentar - foi enviado a Marte em 2008 e também chegou ao planeta com uma missão de três meses, mas seguiu suas explorações por dois meses a mais.

O Viking 1, primeiro robô estacionário a aterrissar com sucesso no planeta vermelho, em 1976, igualmente chegou com expectativa de vida de 90 dias, e sobreviveu cerca de seis anos, bem como seu irmão Viking 2, enviado poucos dias depois. Apesar da decepção causada pelas descobertas do Viking que revelavam o ambiente inóspito de Marte, ele contribuiu com diversos experimentos geológicos graças a seu braço mecânico e sua câmera fotográfica.

Opportunity enfrenta problemas "de saúde"
A longa vida do Opportunity lhe permitirá explorar novos lugares em Marte, de acordo com Alfonso Herrera, um dos administradores da Nasa. Ele deverá seguir se movendo enquanto suas rodas permitirem. Segundo Bill Nelson, chefe da equipe de engenheiros das missões em Marte, o Opportunity tem "uma artrite no ombro do seu braço mecânico e está um pouco mal da roda dianteira direita, mas no geral está muito bem". Recentemente, o robô começou a andar de ré, com o objetivo de preservar as rodas da frente.

O Opportunity parece seguir os passos do Spirit, que após perder duas de suas seis rodas atolou em um banco de areia e teve que se transformar em uma estação imóvel. Mesmo assim, o Spirit seguiu trabalhando e acidentalmente encontrou sílica, um composto químico que poderia indicar a presença anterior de comunidades de bactérias. Mas em 2010, o robô deixou de enviar dados à Terra e parou de responder aos comandos da Nasa. Em 25 de maio de 2011, a agência fez a última tentativa de contato com o "andarilho", que havia percorrido um total de 7,7 km e enviado 124 mil fotografias, e provavelmente deixou de funcionar pelo extremo frio e pela falta de sol - fonte de energia do robô - do inverno marciano.

Guindaste voador levará novo robô a Marte
O próximo robô a ser enviado ao planeta vizinho é o Curiosity (curiosidade, em inglês) que será o maior "andarilho" a chegar ao planeta. Do tamanho de um carro e pesando cerca de 900 kg, o Curiosity será deixado na superfície de Marte por uma nave parecida a um guindaste, e o custo da missão já ultrapassa os US$ 2,5 bilhões. A previsão inicial do envio do Curiosity a Marte era 2009, mas atrasos na construção do robô passaram o prazo para novembro de 2011.

Movido com energia nuclear, o "andarilho" contará com um raio laser capaz de vaporizar rochas para analisar os gases liberados, um dos equipamentos mais avançados que a Nasa já produziu. Entre guindastes voadores e raios laser, a missão do Curiosity é tão cinematográfica que até James Cameron havia sido convidado a participar. O cineasta estava ajudando a Nasa a desenvolver uma câmera 3D de alta resolução que faria vídeos do planeta vermelho, mas o projeto foi abandonado por falta de tempo hábil para testes antes de novembro. Se os demais prazos forem cumpridos, o Curiosity estará perambulando por Marte a partir de agosto de 2012.

sábado, 23 de julho de 2011

Robô da Nasa pousará em cratera de Marte




A Nasa divulgou nesta sexta-feira o local onde o robô Curiosity pousará em Marte para realizar uma missão, em agosto de 2012.

O robô analisará as condições do terreno do planeta para determinar se é possível que exista, ou se existiu, vida no local.

O pouso acontecerá sobre uma cratera de 154 quilômetros de diâmetro, de nome Gale.

O lançamento do Curiosity deve ocorrer entre novembro e dezembro deste ano. O robô percorrerá uma distância de 200 anos-luz antes de chegar ao planeta vermelho.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Japoneses criam roupa robótica que auxilam idosos e paraplégicos



O japonês Seiji Uchida, de 49 anos, que tem o corpo paralisado da cintura para baixo em razão de um acidente de automóvel que aconteceu há 28 anos, está realizando uma aventura na França. Nesta terça-feira (5), ele passeou pelo monte Saint-Michel, no noroeste do país, sendo carregado por um homem que usava uma “roupa de robô” para ganhar forças.
A roupa robótica, chamada HAL, funciona com bateria e detecta impulsos musculares para antecipar e dar suporte aos movimentos da pessoa que está usando.
A roupa é colocada nas costas, braços e pernas do usuário e consegue detectar sinais cerebrais que são enviados aos músculos. Com isso, a máquina aumenta o poder muscular da pessoa e permite que ela carregue uma carga de até 200 kg.
O equipamento foi desenvolvido para ajudar idosos com dificuldades de movimentação e também para uso em hospitais, para transporte dessas pessoas.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Robôs australianos conversam em língua própria


Eles ainda não estão discutindo as mais recentes fofocas sobre celebridades ou repassando dicas sobre investimentos, mas robôs australianos começaram a falar uns com os outros, e em uma linguagem que eles mesmos desenvolveram.
Os dois Lingodroids criados pela Universidade de Queensland desenvolveram sua linguagem compartilhada ao participarem de jogos de localização. Isso fez com que eles construíssem um vocabulário compartilhado para designar lugares, distâncias e direções.
Ruth Schulz, diretora do projeto, diz que, no estado atual, eles só conversam sobre conceitos espaciais, como questões de localização.
– Mas o mais importante é que eles estão formando sozinhos esses conceitos, estão começando realmente a compreender o que as palavras significam, e todo o trabalho foi realizado pelos robôs mesmos.
Ruth descreve os robôs como "basicamente laptops sobre rodas", mas ambos contam com sonares, câmeras, um medidor laser de distâncias, microfones e alto-falantes, o que permite que eles conversem enquanto se movem e mapeiam o em uma série de jogos de localização.
Os robôs circulam, com um ruído discreto de rodas, por um ambiente de escritório com características de labirinto, contornando obstáculos como mesas e cadeiras e apitando quando estão a uma distância que permita que eles se comuniquem.

Na comunicação por meio de apitos, os robôs utilizam uma tabela interna que associa suas experiências, o local em que acreditam estar posicionados no mapa geral do escritório e os nomes de lugares que eles já conhecem.
Quando um robô localiza uma área sem nome, gera uma palavra que a designe, aleatoriamente. Quando os robôs conversam, trocam informações sobre as áreas que descobriram, e lentamente constroem um vocabulário comum.

Até agora, a linguagem dos robôs inclui palavras como "pize", "jaya" e "kuzo". A pesquisa avançou a ponto de permitir que um robô oriente o outro sobre como chegar a um ponto do escritório só usando esse “idioma”.
Ruth espera que o projeto avance mais, e a próxima fase deve incluir interação de robôs com objetos que eles pegam. – A visão para o longo prazo é robôs que possam ser usados em ambiente doméstico, algo que permita interação entre pessoas reais e robôs reais de forma natural.

sábado, 14 de maio de 2011

Robô japonês engatinha como bebê


 

Máquina imita movimentos de criança de sete meses

 Nada mais natural para um bebê do que engatinhar, mesmo que a criança em questão seja um robô. Pesquisadores japoneses criaram uma máquina chamada Pneuborn-7II, que consegue imitar os movimentos de um bebê de sete meses engatinhando.
O equipamento tem 80 cm de altura, pesa 5,4 kg e se movimenta graças a 19 músculos pneumáticos. As articulações presentes na coluna vertebral do Pneuborn-7II permitem que ele vire, flexione e estenda seu corpo.


sexta-feira, 29 de abril de 2011

Os robôs mais realistas do mundo

A ficção científica está repleta de histórias em que é difícil identificar quem é humano ou não. Nelas, as técnicas de produção das máquinas se tornaram tão realistas que elas não só são capazes de demonstrar emoções e criatividade, como possuem a aparência de uma pessoa qualquer – incluindo detalhes mínimos como pelos e rugas na pele.
Embora ainda esteja longe o dia em que teremos robôs capazes de sumir em meio à multidão devido à sua semelhança com humanos, a cada ano surgem invenções que chegam cada vez mais perto desse objetivo.
Neste artigo, reunimos algumas das máquinas mais impressionantes (e bizarras) que tentam emular com perfeição o comportamento humano. Confira abaixo a lista, e não deixe de registrar sua opinião sobre as invenções em nossa seção de comentários.

Geminoid

Alguns dos robôs mais realistas do mundo pertencem à linha Geminoid, desenvolvidos pela companhia japonesa Kokoro. Dispondo atualmente de três modelos (o mais recente inspirado no professor Henrik Scharfe, da Universidade Aalborg na Dinamarca), o objetivo das criações é estudar interações emocionais entre humanos e máquinas.

Além disso, os robôs servem como forma de observar como as características culturais de diferentes locais interferem na percepção de máquinas realistas. Todas as criações têm suas expressões faciais controladas de forma remota por um operador especializado, e ainda estão longe de interagir de forma realista com o público.
Mesmo com essas limitações, as invenções surpreendem pelo realismo e variedade de expressões que conseguem demonstrar.

Actroid DER2

Outra invenção da Kokoro, o Actroid DER2 possui funções bem diferentes da linha Geminoid. Como fica claro no site da empresa, o robô Actroid DER2 tem o objetivo de emular o comportamento de uma modelo, e é usado principalmente em grandes eventos como um substituto interessante para as recepcionistas tradicionais.
Disponível em modelos de cabelo comprido ou curto, os robôs podem ser alugados através de um número de contato fornecido pela fabricante.

Animatrônicos complexos

A indústria da propaganda também se aproveita de robôs realistas para chamar atenção para suas produções, como mostra o bebê mecânico do vídeo abaixo:
O cinema usa as evoluções na área para a geração de efeitos especiais mais reais do que qualquer computação gráfica. Exemplo disso é a criação robótica abaixo, feita especialmente para o filme "Pink Eye".

Humano ou robô?

A máquina criada por David Hanson surpreende pelo nível de realismo e, se não fossem os fios ligados à parte de trás da cabeça, poderia ser confundida com um ser humano real. Batizado como Jules, o robô tem como principal objetivo interagir com pessoas através de conversas sobre os mais diferentes assuntos.

Jules também é capaz de desenvolver empatia e relacionamentos realistas com humanos. Isso sem contar com um sistema capaz de reconhecer diferentes expressões faciais e uma memória que armazena o nome e as características das pessoas com quem interagiu.

Assustadoramente real

Embora não possua uma aparência tão próxima à dos seres humanos quanto os demais robôs mostrados aqui, o CB2 chega a assustar pela capacidade de imitar comportamentos. A partir da observação de expressões faciais e do contexto social em que uma pessoa se encontra, a máquina é capaz de reproduzi-las fielmente em poucos instantes.
Segundo os criadores, a relação do robô com o ambiente à sua volta é a mesma que a de um bebê. Com 1,3 metros de altura, a criança humanoide foi criada para aprender da mesma forma que um ser humano. Além das câmeras acopladas aos olhos, o robô conta com diversos sensores em sua pele, capazes de identificar e responder a diferentes tipos de toques.
Criado em 2007, o CB2 desenvolve novas habilidades com a passagem do tempo. Além de ter aprimorado o sistema de detecção de emoções e expressões, a máquina conseguiu aprender sozinha como controlar seus 51 músculos mecânicos para conseguir andar sem apoio.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Robô imita movimento da lagarta para andar rápido

Máquina consegue mudar de forma em menos de 100 milissegundos
http://i1.r7.com/data/files/2C95/948E/2F90/2C9F/012F/973A/19E3/3704/Robo-lagarto-hg.jpg  
As rápidas cambalhotas com quais as lagartas escapam do perigo, consideradas um dos movimentos mais velozes da natureza, se transformaram em uma inspiração para a construção de uma nova geração de robôs leves e mais ágeis.

Até agora, a ciência criou robôs que, apesar de desenvolver uma certa flexibilidade e capacidade de adaptação, contavam com velocidade muito limitada. Por isso, em busca de "inspiração", os pesquisadores começaram a prestar atenção em animais terrestres de corpo branco. Algumas lagartas têm a capacidade extraordinária de rodopiar e pular para escapar dos predadores, e esse movimento, chamado de "balística rodante", é considerado um dos mais rápidos da natureza.
Os pesquisadores da Universidade de Tufts, em Massachusetts, viram aí uma oportunidade para o projeto de um robô que imita essa pirueta das lagartas e ajuda a melhorar a compreensão da mecânica da "balística rodante".
Para imitar o movimento de uma lagarta, os pesquisadores desenvolveram um robô de 10 cm de comprimento com um corpo leve, que foi batizado de GoQBot, feito de silicone e operado por molas de ligas metálicas que se contraem sob o efeito de descargas elétricas.

Para mudar de forma em menos de 100 milissegundos, o GoQBot se beneficia de um alto grau de coordenação mecânica, similar à que ocorre nos músculos dos animais. Há muitos robôs modernos inspirados em serpentes, vermes e lagartas, devido à capacidade desses animais para subir em lugares difíceis. Mas, a princípio, os corpos sem membros reduzem a velocidade dos robôs. Por outro lado, há muitos robôs que usam um movimento rotatório para viajar com alta velocidade e eficácia, mas esses são os que têm mais dificuldades para alcançar lugares difíceis

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