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segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Apple cancela serviço de aluguel de episódios de séries no iTunes

A Apple cancelou o serviço que permitia aos usuários do iTunes alugarem seriados de TV. Lançado em setembro de 2011 com a nova versão do acessório Apple TV, o iTunes Rentals não obteve sucesso entre os usuários, mesmo com o aluguel de episódios das séries por US$ 1.
De acordo com o site AllThingsDigital, um porta-voz da Apple disse que os "usuários do iTunes preferem comprar os episódios". Cada episódio de série na loja virtual é vendido por US$ 2 e podem ser assistidos quantas vezes o usuário desejar.
A News Corp. e a Disney foram as únicas empresas a disponibilizar episódios de suas séries para aluguel. A falta de mais parceiras e de mais conteúdo para alugar on-line é apontado com um dos problemas enfrentados pelo serviço.
O serviço iCloud é outro que é apontado por ajudar com o fim do iTunes Rentals. Com ele, usuários do iTunes podem fazer o download novamente de qualquer série ou filme que já adquiriram e para qualquer dispositivo.
O aluguel de filmes pelo iTunes continua em funcionamento.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Apple vai lançar serviço para guardar música pela internet antes do Google
Usuários do iTunes poderão armazenar canções em servidor e ouvir em qualquer lugar
A Apple completou o desenvolvimento de um serviço online de armazenagem de música e deve lançá-lo antes do Google, que tem enfrentado problemas para criar um sistema parecido, de acordo com diversas pessoas que conhecem os planos das duas empresas sobre o assunto.
O serviço da Apple permitirá que os clientes do programa iTunes armazenem suas canções em um servidor externo e as acessem de qualquer lugar que tenha conexão à internet.
Criadora do iPhone e do iPod, a Apple ainda não assinou licenças para o novo serviço e as grandes gravadoras esperam obter acordos antes que o serviço seja lançado. A Apple não informou aos parceiros musicais quando pretende lançar o sistema de armazenagem.
A Amazon.com lançou um serviço online para arquivos de música em abril, sem acordos de licenciamento com as gravadoras, o que gerou ameaças de processos judiciais de parte de algumas delas. A Amazon alegou que o serviço Cloud Drive não precisa de licenças e que os arquivos transmitidos pelos usuários para o servidor pertencem a eles.
Mas, na semana passada, a companhia negociou com algumas gravadoras em busca de acordo para um serviço de armazenagem novo e mais sofisticado. A Amazon lidera o mercado de aparelhos de leitura digital, e Apple e Google concorrem em plataformas móveis como celulares inteligentes e tablets.
O Google deveria ter lançado um serviço de música como parte de seu sistema operacional Android para celulares já no Natal do ano passado. Mas o executivo de uma gravadora diz que a empresa "não para de mudar o que está pedindo".
Duas das fontes disseram que o Google desejava originalmente lançar um serviço básico de armazenagem e uma loja parecida com o iTunes. Nas últimas semanas, a empresa começou a estudar opções de licenciamento para um serviço de música por assinatura.
Executivos da indústria fonográfica mencionam as mudanças no comando do Google como possível motivo para a incerteza da empresa quanto à estratégia musical. Em 1º de abril, Larry Page, cofundador da empresa, se tornou executivo-chefe do Google, e Eric Schmidt ficou com o cargo de presidente do conselho. Andy Rubin, o encarregado da divisão Android, comandou a maior parte das negociações iniciais com as gravadoras.
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